Campanha Marketing Digital, Seo Organico em Lisboa, Setubal, Faro

Campanha Marketing Digital, Seo Organico em Lisboa, Setubal, Faro . Existem centenas de ferramentas desse nicho, no entanto, nem todas são adequadas às diversas empresas e sectores. A chave para o sucesso é a combinação do marketing tradicional com as novas ferramentas online, para desenvolver uma plano de e-marketing que se ajuste às necessidades e características de cada empresa.

E-Product Marketing, E-Research, E-Pricing, E-Promotion, E-Audit, E-Commerce, E-Advertising, E-Branding, Trade E-Marketing, E-Communication, E-Mail Marketing, …

 

 

 

 

 

 

 


Search Engine Optimization (SEO)

O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.


Search Engine Marketing

Search Engine Marketing (SEM), permite tirar partido dos links pagos nos motores de pesquisa, esta técnica refere-se a criar o máximo de links patrocinados nos principais motores de busca (como Google ou Yahoo!). Comprar palavras-chave relacionadas com a actividade, com direito a um espaço muito limitado para definir um texto, com o qual se pretende atrair a atenção dos internautas para um link para o site, este meio tem custos mas pode dar muito retorno.

Search Engine Optimization (SEO) é uma optimização natural, não comercial. É diferente de SEM.

A importância da ciência das cores no marketing digital

O sentido visual é o mais desenvolvido na maior parte dos seres humanos e na realidade existem exemplos extraordinários sobre a forma como as cores afectam as decisões de compra dos consumidores. É natural que 90% das análises de testes a produtos sejam conduzidas apenas pela cor. Então de que forma é que as cores nos afectam e o que é a ciência das cores no marketing digital ? Que cores despoletam sentimentos em nós?

Estar completamente consciente sobre que cor nos leva a pensar de determinada maneira, nem sempre é óbvio. A Logo Company apresenta uma excelente descrição sobre quais são as melhores cores para que tipo de empresas e porquê. Aqui apresentamos três bons exemplos:

Cor Preta

cor preta em marketing digital
Qualidades: definitivo, credível, forte, poderoso, preciso, profissional, directo, preciso.

Melhor para: construção, empresas, petróleo, finanças, moda, fabrico, cosmética, mineração, marketing, comerciantes.

Cor Verde

cor verde em marketing digital

Qualidades: natural, orgânico, juventude, acolhedor, instrutivo, educação, aventureiro, ecológico, calmo, natureza.

Melhor para: medicina, ciência, governo, recrutamento, negócios ecológicos, turismo, recursos humanos.

Cor Azul

cor azul em marketing digital

Qualidades: credibilidade, calmo, limpo, focado, clínico, profissional, judicial, poder, estilo empresarial.

Melhor para: medicina, ciência, utilitários, governo, saúde, alta tecnologia, recrutamento, comerciantes, jurídico, tecnologias de informação, dentário, corporativo.

Guia das emoções das cores

Se também prestarmos atenção ao que as maiores marcas usam, uma série de outras escolhas tornam-se ainda mais óbvias. É claro que todas estas empresas procuram despoletar uma emoção muito específica. Na imagem abaixo, apresentamos um guia de cores com as suas respectivas representações:

guia das emoçoes das cores

  • Amarelo: optimismo, clareza, calor
  • Côr-de-laranja: amistoso, alegre, confiante
  • Côr-de-rosa: entusiasmo, juventude, audacioso
  • Violeta: criatividade, imaginação, sensatez
  • Azul: confiança, responsabilidade, força
  • Verde: pacífico, crescimento, saúde

De que forma as cores no marketing digital afectam as compras?

Além disso, e nomeadamente quando queremos comprar alguma coisa, as cores têm um papel preponderante. A empresa de analytics KISSmetrics criou um infográfico surpreendente sobre o efeito da ciência das cores nas compras.

De que forma as cores afectam as compras

  • Amarelo: optimista e juvial, cistuma chamara a atenção dos clientes nas montras
  • Côr-de-laranja: agressivo, cria a chamada para a acção: subscrições, compra ou venda
  • Vermelho: energia, aumenta o ritmo cardíaco, cria urgência, é visto com frequência nos espaços, vendas
  • Côr-de-rosa: romântico e feminino, utilizado para promover produtos de mulheres e meninas
  • Azul: cria a sensação de segurança e confiança, encontra-se com frequência na banca e nos negócios
  • Preto: poderoso e elegante, utilizado no mercado de produtos de luxo
  • Verde: associado à riqueza, é a cor mais fácil de ser processada pela visão, é utilizada para promover a sensação de relaxamento nas lojas
  • Púrpura: utilizado para acalmar e reconfortar, encontra-se com frequência no sector da beleza ou em produtos anti-envelhecimento

Como melhorar o seu marketing digital fazendo melhor uso das cores?

Esta informação até nos pode entreter, mas o que é que podemos aplicar já hoje no nosso website ou na nossa app? A resposta chega-nos novamente através de uma excelente pesquisa realizada pela KISSmetrics.

Se estiver a construir uma app dirigida essencialmente a mulheres, estes são os conselhos que a KISSmetrics oferece:

mulheres_cores_compras

  • As mulheres adoram: Azul, Púrpura e Verde
  • As mulheres detestam: Côr-de-laranja, Castanho e Cinzento

Mas se a sua app é dirigida a homens, então as regras do jogo são ligeiramente diferentes:

homens_cores_compras

  • Os homens adoram: Azul, Verde e Preto
  • Os homens detestam: Côr-de-laranja, Castanho e Púrpura

Qual a melhor cor para o botão da sua landing page?

O teste A/B dá-lhe a resposta

Noutra experiência, a Performable (que foi adquirida pelo HubSpot) quis saber se: mudar a cor de um botão apenas, faz diferença nas taxas de conversão.

Começaram com a simples hipótese de escolher entre duas cores, o verde e o vermelho, para adivinharem o que aconteceria.

Para o verde, a intuição disse que: “O verde está associado a ideias como aquilo que é “natural” e o “ambiente”, e dada a sua utilização nas luzes dos semáforos e do trânsito, sugere a ideia de “avançar” ou de movimento”.

Para o vermelho o pensamento foi: “Por outro lado, a cor vermelha, é normalmente utilizada para comunicar excitação, paixão, sangue e alertas. Também é utilizada para parar perante as luzes do trânsito. Esta cor também é conhecida por chamar a atenção”.

Então, claramente um teste A/B entre o verde e o vermelho resultaria em verde, a cor mais amigável ganharia. Pelo menos, foi isso que adivinharam. E a experiência decorreu assim:

Qual a melhor cor para o botão da sua landing page

Que resultados se obtiveram nesta experiência? A resposta foi mais surpreendente do que se esperava: A performance do botão vermelho foi superior em 21%.

O que é mais importante considerar é que mais nada foi alterado: Houve mais 21% de pessoas a clicar no botão vermelho do que no botão verde. Tudo o resto nas páginas era igual, apenas a cor do botão mudou.

Este resultado pode fazer-nos questionar o seguinte: se lêssemos todos os resultados de pesquisa antes desta experiência e questionássemos todos os investigadores sobre que versão eles achariam que seria mais eficaz, muito provavelmente diriam que o verde seria a resposta em praticamente todos os casos. Mas não foi.

Apesar de todos os estudos, as generalizações são difíceis de fazer. Qualquer que seja a mudança que faça, trate-a primeiro como uma hipótese e veja como é que uma experiência real funciona para si. Os dados vencem sempre a opinião, independentemente de quais forem os resultados.

  • O que é que descobriu a respeito das cores no marketing digital ? Gostaríamos de conhecer as suas ideias sobre este assunto.

Como fazer a gestão das redes sociais de sua empresa

Estar presente nas redes sociais já não é mais um diferencial para nenhuma empresa. Atualmente, quem se destaca nas redes sociais são empresas que enxergam o valor dessa ferramenta e a utilizam como canal de comunicação com os seus clientes e como canal de promoção, tanto da marca como dos produtos/serviços e conteúdos.

Por consequência, cada vez mais empresas estão criando seus perfis nas redes sociais para se aproximar do seu cliente e não perder para a concorrência. Porém, muitas acabam iniciando sem nenhuma estratégia definida e sem saber muito bem como fazer um gerenciamento de redes sociais.

Não é fácil para uma empresa que está iniciando nas redes sociais definir que tipo de conteúdo será publicado, se terá uma abordagem mais leve ou mais séria, com qual frequência deve postar nas redes sociais, quais métricas analisar etc.

Por isso, vamos mostrar alguns processos que podem ser úteis para você aplicar diariamente no gerenciamento de redes sociais da sua empresa.

Estratégia

estrategia de gestao de redes sociais

Sem uma estratégia bem definida, a sua empresa terá um perfil nas redes sociais mas não saberá o que fazer com ele. É aqui que muitas empresas erram, acabam não enxergando o real benefício desse investimento e desanimam.

Uma boa estratégia começa definindo qual é o objetivo de estar presente nas mídias sociais. Existem diversos objetivos que podem estar atrelados à sua estratégia. Por exemplo:

Aqui na Target4Biz, por exemplo, as mídias sociais estão entre os mais importantes canais de geração de Leads, que é o que guia a nossa estratégia, mas também as enxergamos como um grande diferencial para a nossa marca.

O essencial é que apenas um objetivo seja o carro chefe da sua estratégia – para ter foco – e que o objetivo esteja atrelado com o momento da sua empresa.

E o mais importante: essa estratégia pode – e deve – variar conforme o tempo. Se você constatar que sua empresa chegou ao seu objetivo e que a divulgação da marca não é mais tão importante, o próximo passo pode ser começar a focar em vendas.

Publicações: Foco e Objetivo

foco e objetivo na gestao de redes sociais

Para definir o que será publicado, é muito importante saber qual o seu objetivo.

Entrar em contato com o seguidores/clientes da sua marca, e prospectar também é muito importante para a boa estratégia da redes sociais. Por isso, os principais tipos de publicações deveria estar :

  • vídeos institucionais;
  • posts relacionados a datas comemorativas (como o Dia das Mães e o Dia da Mulher);
  • imagens e GIFs divertidos para interagir com os nossos seguidores;
  • e eventos.

É muito importante manter um calendário de publicações para que isso não se perca com o tempo. Sei que no começo pode ser difícil quando ainda não há disponível um arsenal de conteúdos para publicar. Porém, conforme a sua estratégia de Marketing de Conteúdo for evoluindo, você terá muito mais insumos para as suas redes sociais.

O importante é se manter presente e fazer publicações relevantes para o seu público. E, para isso, não importa se você vai publicar um artigo de um blog externo que você achou interessante (fazendo curadoria de conteúdo) ou um vídeo curto que você mesmo produziu com algumas dicas relacionadas ao seu negócio.

Tenho responder a todas as interações?

 

Aqui na Target4Biz, tentamos interagir de todas as formas possíveis com o nosso seguidor. Por exemplo, muitas pessoas nos procuram para conversar de diversos assuntos nas mensagens do Facebook, desde dúvidas gerais sobre Marketing Digital, pedidos de contato comercial, propostas de parcerias, feedbacks e sugestões etc.

Nós enxergamos isso como um canal incrível de comunicação: temos a possibilidade de dialogar em um chat, rapidamente e informalmente, com nossos clientes, potenciais clientes e fãs da marca. Sim, isso quer dizer que respondemos todas as mensagens que recebemos na nossa página do Facebook.

É claro que esse investimento é grande: precisamos de uma pessoa disponível que dedique boa parte do seu tempo para dar atenção a essas pessoas. Mas, acredite, o retorno que isso traz pode ser muito valioso para a sua empresa.

Além das mensagens, interagimos diretamente nas nossas publicações, curtindo todos os comentários e respondendo boa parte deles, além das publicações feitas pelos visitantes diretamente na nossa página e avaliações, sejam elas positivas ou negativas.

No fim, o que importa é que o nosso seguidor se sinta acolhido e atendido, e para isso nos esforçamos ao máximo para atender a todos e tentar ajudá-los com qualquer problema ou dúvida que tenham.

Monitorar as redes sociais e a análise de rezultados

monitorar redes sociais_target4biz

O monitoramento de redes sociais é um outro tópico dentro da gestão do redes sociais. Ele consiste em fazer buscas de palavras-chave que dizem respeito ao seu negócio, por exemplo, o nome da sua empresa ou o setor em que você atua, para encontrar publicações em que você não foi marcado diretamente e que merecem uma atenção especial.

Sobre a análise de resultados, a única forma de medir se a gestão de redes sociais de sua empresa está sendo bem feita ou não é analisando os seus resultados. Para isso, você precisa definir quais métricas são importantes dentro da sua estratégia.

Por exemplo, nosso principal objetivo é a geração de Leads. Por consequência, a nossa métrica principal é o número de Leads gerados via redes sociais em um período, que pode ser quebrado por rede social e por publicação.

Métricas como o Engajamento e o Alcance das publicações, fornecidas pelo Facebook, Twitter e LinkedIn, são muito importantes para tirarmos insights sobre o tipo de conteúdo que estamos publicando, as imagens que estamos utilizando, nossa comunicação, horários etc.

Se sua estratégia de redes sociais é relacionada a criação de marca e comunidade engajada, métricas como o aumento mensal no número de fãs e análise de sentimento das interações deixadas pelos seguidores podem ajudar a mensurar se a estratégia está sendo bem realizada ou não.

Analisando essas métricas, que podem ser retiradas diretamente de cada rede social, é possível tirar insights para a melhoria constante da sua estratégia.


*Nós esperamos que o conteúdo consiga ajudar empresas que estão com dificuldade de executar a sua estratégia de mídias sociais!

Ficou com alguma dúvida ou gostaria de compartilhar como você está fazendo o gestão das redes sociais na sua empresa? Conte aqui embaixo nos comentários! 🙂

Ah! E não deixe de conferir as nossas redes sociais:

 

ZOOM CRM – Customer relationship management (CRM)

Customer relationship management (CRM)

Customer relationship management (CRM) is an approach to managing a company’s interaction with current and potential customers. It uses data analysis about customers’ history with a company and to improve business relationships with customers, specifically focusing on customer retention and ultimately driving sales growth.1

One important aspect of the CRM approach is the systems of CRM that compile data from a range of different communication channels, including a company’s website, telephone, email, live chat, marketing materials, and more recently, social media.2 Through the CRM approach and the systems used to facilitate it, businesses learn more about their target audiences and how to best cater to their needs. However, adopting the CRM approach may also occasionally lead to favoritism within an audience of consumers, resulting in dissatisfaction among customers and defeating the purpose of CRM

 

Plateau Mecanique Montreal e Lisboa

Malin Maria Åkerman (Pronuncia em suéco: AFI; Estocolmo, 12 de maio de 1978) é uma atriz, modelo e cantora sueco-canadense. Ela nasceu em Estocolmo, na Suécia, e se mudou para o Canadá com dois anos de idade. Quando criança, apareceu em vários comerciais de televisão antes de ganhar um contrato como modelo aos dezesseis anos de idade. Åkerman começou a carreira de atriz com sua estreia na série de televisão canadense Earth: Final Conflict em 1997, depois fez aparições em várias outras produções canadenses. No início de 2000, teve muitos papéis na televisão e em filmes, incluindo The Utopian Society (2003) e Harold & Kumar Go to White Castle (2004). Após um papel coadjuvante na série de comédia de curta duração The Comeback (2005), Åkerman ganhou seus primeiros papéis principais nos filmes The Heartbreak Kid (2007) e 27 Dresses (2008).

Åkerman foi escalada como Silk Spectre II no filme de super-heróis Watchmen, de 2009, um papel para o qual foi nomeada para um Saturn Award de Melhor Atriz Coadjuvante. No mesmo ano, Åkerman teve papéis de apoio nos filmes The Proposal e Couples Retreat, dois sucessos comerciais que renderam-lhe críticas mistas negativas. Em 2010, ela se tornou parte do elenco principal da série de comédia Childrens Hospital. Malin atuou em quatro filmes em 2012, incluindo o filme musical Rock of Ages. Além de atuar em ocasionais produções, Åkerman teve uma breve carreira musical como vocalista da banda de rock alternativo The Petalstones, mas eventualmente a deixou para se concentrar em sua carreira de atriz. É casada com o baterista da banda, Roberto Zincone, desde 2007.

 

Atualidade & Noticias de Portugal

Portugal, oficialmente República Portuguesa,9[nota 9] é um país soberano[nota 10] unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. O território português tem uma área total de 92 090 km²,10 sendo delimitado a norte e leste por Espanha e a sul e oeste pelo oceano Atlântico, compreendendo uma parte continental e duas regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Portugal é a nação mais a ocidente do continente europeu. O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino-celta era Portus Cale.1112

O território dentro das fronteiras atuais da República Portuguesa tem sido continuamente povoado desde os tempos pré-históricos: ocupado por celtas, como os galaicos e os lusitanos, foi integrado na República Romana e mais tarde colonizado por povos germânicos, como os suevos e os visigodos. No século VIII, as terras foram conquistadas pelos mouros. Durante a Reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, estabelecido no século XI por Vímara Peres, um vassalo do rei das Astúrias.13 O condado tornou-se parte do Reino de León em 1097, e os condes de Portugal estabeleceram-se como governantes independentes do reino no século XII, após a batalha de São Mamede.14 Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143. Em 1297 foram definidas as fronteiras no tratado de Alcanizes, tornando Portugal no mais antigo Estado-nação da Europa.1516 Nos séculos XV e XVI, como resultado de pioneirismo na Era dos Descobrimentos (ver: descobrimentos portugueses), Portugal expandiu a influência ocidental e estabeleceu um império que incluía possessões na África, Ásia, Oceânia e América do Sul, tornando-se a potência económica, política e militar mais importante de todo o mundo. O Império Português foi o primeiro império global da História17 e também o mais duradouro dos impérios coloniais europeus, abrangendo quase 600 anos de existência, desde a conquista de Ceuta em 1415,18 até à transferência de soberania de Macau para a China em 1999. No entanto, a importância internacional do país foi bastante reduzida durante o século XIX, especialmente após a independência do Brasil, a sua maior colónia.

Com a Revolução de 1910, a monarquia terminou, tendo desde 1139 até 1910, 34 monarcas. A Primeira República Portuguesa foi muito instável, devido ao elevado parlamentarismo. O regime deu lugar à ditadura militar devido a um levantamento em 28 de maio de 1926. Em 1933, um novo regime autoritário, o Estado Novo, presidido por Salazar até 1968, geriu o país até 25 de abril de 1974. A democracia representativa foi instaurada após a Revolução dos Cravos, em 1974, que terminou a Guerra Colonial Portuguesa. As províncias ultramarinas de Portugal tornaram-se independentes, sendo as mais proeminentes Angola e Moçambique.

Portugal é um país desenvolvido,19 com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado como muito elevado. O país foi classificado na 19.ª posição em qualidade de vida (em 2005),20 tem um dos melhores sistemas de saúde do planeta e é, também, uma das nações mais globalizadas e pacíficas do mundo.21 É membro da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia (incluindo a Zona Euro e o Espaço Schengen), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Portugal também participa em diversas missões de manutenção de paz das Nações Unidas.

A empresa Piscinas surgiu em 2001 em Portugal

A empresa Piscinas surgiu em 2001, como uma pequena fábrica, com apenas 5 modelos de piscinas, hoje temos cerca de 35 modelos de piscinas, e mais 35 modelos em preparação para futura produção, assim como reservatórios de água, que em breve estarão no nosso site.

O nosso objetivo é priorizar o cliente, dando-lhe o melhor produto e atendimento, assim, determinamos revendas no estado.

Writing Effective Information Security Policies for IT Bank

Writing Effective Information Security Policies

Writing effective information security policy is more than just laying down a set of rules and procedures; it’s a process unto itself, whose goal is to create a dynamic instrument that will protect a financial institution’s most precious asset – information.

Fortunately, resources exist to assist chief information security officers in formulating effective policy, such as Information Security Governance: Guidance for Boards of Directors and Executive Management, 2nd Edition, published in 2006 by the IT Governance Institute and available for free download at www.itgi.org.

The guidance includes actions that boards and executive management can take to ensure effective information security governance. It includes five positive outcomes of a successful information security program: information security is aligned with business strategy to support the business; risks are managed to reduce impacts on information; resources are managed by using information security knowledge and infrastructure effectively and efficiently; information security governance metrics are used to measure, monitor and report progress; information security investments deliver value to the business.

Information security policy is the focal point for establishing and conveying security requirements. It sets the tone for the information security practices within an organization, defining appropriate behavior and setting the stage for the security program. A consistently applied policy development framework exists that guides formulation, rollout, understanding and compliance.

Senior management is responsible for establishing and enforcing a formal, written information security policy including standards, procedures, guidelines and rules of use.

A good policy document includes the overall importance of security within the organization, identifies what is being protected, identifies key risks and mechanisms for dealing with those risks and provides for ongoing and regular monitoring and feedback to ensure the polices are enacted and enforced. Regular updates are needed to reflect changing business needs and practices. The policy enumerates the roles and responsibilities of all information systems users for protecting the confidentiality, availability and integrity of information assets. It must set out management’s objectives and expectations for information security in clear, unambiguous terms, along with the implications of noncompliance. Its existence also demonstrates management’s commitment to information security. To ensure ongoing applicability and relevance, the policy statement needs to be reviewed and updated on an annual basis. Failure to update may demonstrate a lack of management commitment to information security, or the general lack of processes to manage organizational governance.

The policy clearly states overall objectives and requirements for information security, scope (organization units, information assets), roles and responsibilities for each relevant party (e.g., asset owners, users, trustees), and any possible conditions for exceptions. The information security policy framework serves to support more extensive statements of information security standards, practices and procedures.

Rather than viewing information security policy as a single document, it will help to view the policy as a three-part suite—the policy document, the standards document, and the procedures document, writes Mark Ungerman, director of product management at Symantec Corp., in a white paper.

The information security policy document details why a corporation needs a policy in the first place. The standards document outlines what will be done to ensure security of information and assets. Finally, the procedures document becomes the how-to portion, showing the methodology in achieving the set standards.

The information security policy itself provides a brief overview of the organization’s philosophy regarding security, writes Ungerman. Usually only around two pages long, the policy is the shortest of the three documents, but it is critically important in setting the stage for the other two documents. “The framework for the entire suite of documents rests in the policy’s ability to define to whom and what the policy applies, provide a general description, illustrate the need for adherence, and detail the consequences for nonadherence,” says Ungerman.

The information security policy also details the consequences of noncompliance in regards to government regulations and standards. Once complete, the information security policy should be reviewed, approved, and signed by the most senior manager in the organization.

The information security standards document considers what needs to be done to implement security measures. This document covers the physical, administrative, and technical controls designed to secure information assets. It is important that in detailing security controls, end-user productivity is considered. Controls should be designed to maximize both information protection and employee efficiency. Much like the policy document, the information security standards document will unlikely be altered. Only the introduction of new systems, applications, or regulations would require amendments to this document.

The final piece of the security suite—the information security procedures document— takes the controls outlined in the standards document and shows how each control will be implemented and managed. Since the implementation of any of these items may require several procedures and tasks, each of these steps must be approached and listed. Since the business environment is continually changing, this document will similarly undergo frequent changes to match the corporation’s security needs.

Art as expression in Canada

Art as expression

The view that “art is imitation (representation)” has not only been challenged, it has been moribund in at least some of the
arts for more than a century. It was subsequently replaced by the theory that art is expression. Instead of reflecting states of
the external world, art is held to reflect the inner state of the artist. This, at least, seems to be implicit in the core meaning
of “expression”: the outer manifestation of an inner state. Art as a representation of outer existence (admittedly “seen through a
temperament”) has been replaced by art as an expression of humans’ inner life.

But the terms “express” and “expression” are ambiguous and do not always denote the same thing. Like so many other terms,
“express” is subject to the process–product ambiguity: the same word is used for a process and for the product that results
from that process. “The music expresses feeling” may mean that the composer expressed his feeling in writing the music or
that the music when heard is expressive (in some way yet to be defined) of human feeling. Based on the first sense are theories
about the creation of art. Founded on the second are theories about the content of art and the completion of its creation.

Art is a diverse range of human activities in creating visual, auditory or performing artifacts (artworks), expressing the author’s imaginative or technical skill, intended to be appreciated for their beauty or emotional power.12 In their most general form these activities include the production of works of art, the criticism of art, the study of the history of art, and the aesthetic dissemination of art.

The oldest documented forms of art are visual arts, which include creation of images or objects in fields including today painting, sculpture, printmaking, photography, and other visual media.

Architecture is often included as one of the visual arts; however, like the decorative arts, or advertising,3 it involves the creation of objects where the practical considerations of use are essential—in a way that they usually are not in a painting, for example.

Music, theatre, film, dance, and other performing arts, as well as literature and other media such as interactive media, are included in a broader definition of art or the arts.14 Until the 17th century, art referred to any skill or mastery and was not differentiated from crafts or sciences.

In modern usage after the 17th century, where aesthetic considerations are paramount, the fine arts are separated and distinguished from acquired skills in general, such as the decorative or applied arts.

Art may be characterized in terms of mimesis (its representation of reality), narrative (storytelling), expression, communication of emotion, or other qualities. During the Romantic period, art came to be seen as “a special faculty of the human mind to be classified with religion and science”.5

Though the definition of what constitutes art is disputed678 and has changed over time, general descriptions mention an idea of imaginative or technical skill stemming from human agency9 and creation.10